sexta-feira, 16 de julho de 2010
DEIXE SEU WINDOWS XP MAIS RÁPIDO - TURBINE
quarta-feira, 21 de abril de 2010
ERRO \SYSTEM32\HAL.DLL
Configure o computador para iniciar a partir do CD-ROM ou DVD-ROM. Para obter informações sobre como fazer isso, consulte a documentação do computador ou contate o fabricante do computador.
Insira o Windows XP CD-ROM para o CD-ROM ou DVD-ROM e reinicie o computador.
Quando você receber a mensagem "Pressionar qualquer tecla para arrancar a partir do CD" mensagem, pressione uma tecla para iniciar o computador a partir do CD-ROM do Windows XP.
Quando você receber o "R imprensa Welcome to Setup" da mensagem, para iniciar o Console de recuperação.
Se você tiver um dual-boot ou inicialização múltipla, selecione a instalação que você tem que usar a partir do Console de recuperação.
Quando você for solicitado, digite a senha do administrador e pressione ENTER.
Na linha de comandos, escreva bootcfg / list, e então pressione ENTER. As entradas no arquivo Boot.ini atual aparecem na tela.
Na linha de comandos, escreva bootcfg / rebuild e pressione ENTER. Esse comando examina os discos rígidos do computador para o Windows XP, Microsoft Windows 2000 ou instalações do Microsoft Windows NT e exibe os resultados. Siga as instruções que aparecem na tela para adicionar as instalações do Windows ao arquivo Boot.ini. Por exemplo, siga estes passos para adicionar uma instalação do Windows XP ao arquivo Boot.ini:
Quando você receber uma mensagem que é semelhante a seguinte mensagem, pressione Y:
Total instalações do Windows identificadas: 1
[1] C: \ Windows
Adicionar instalação à lista de inicialização? (Sim / Não / Todos)
Você receberá uma mensagem que é semelhante a seguinte mensagem:
Enter Load Identifier
Este é o nome do sistema operacional. Quando você receber esta mensagem, digite o nome do seu sistema operacional e pressione ENTER. Este é o Microsoft Windows XP Professional ou Microsoft Windows XP Home Edition.
Você receberá uma mensagem que é semelhante ao seguinte:
Insira as opções de carregamento do SO
Quando você receber esta mensagem, digite / fastdetect e pressione ENTER.
Observação As instruções que aparecem na tela podem ser diferentes, dependendo da configuração do seu computador.
Digite exit e pressione ENTER para sair do Console de recuperação. O computador reinicia ea lista de inicialização atualizada aparece quando você recebe a mensagem "Selecione o sistema operacional a ser iniciado".
para que pare de aparecer dois Sistemas para uma escolha e entre normalmente, entre em modo prompt.. precionando F8 na inicialização e depois escolhendo a opção PROMPT DE COMANDO depois de entrar siga os passos...:
Digite
bootcfg /delete /id 2 (de ENTER)
Digite
exit (de ENTER)
e pronto.
OBS: *******Atenção nos espaços********
(bootcfg espaço/delete espaço/id espaço 2)
Espero ter ajudado
terça-feira, 20 de abril de 2010
BLOQUEANDO PORTAS USB PARA DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO E DEIXANDO PARA O RESTO
sábado, 17 de abril de 2010
COMO CRIAR UM SERVIDOR WEB COM: APACHE-PHP-MYSQL-PHPMYADMIN
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get upgrade
Agora chegou a hora de instalar o Apache 2 e o PHP 5.
$ sudo apt-get install apache2 php5
Para testar se tudo foi instalado corretamente, crie o arquivo index.php com as informações do PHP5:
$ sudo vi /var/www/index.php
Copie o conteúdo abaixo para o novo arquivo:
Salve o arquivo e acesse o endereço http://localhost/. Se as informações do PHP aparecerem, tudo está instalado corretamente.
Com o Apache e o PHP rodando redondinho, é o momento de instalar o MySQL.
$ sudo apt-get install mysql-server-5.0 php5-mysql
Agora troque a senha do administrador root do MySQL:
$ sudo mysqladmin -u root seu_password
Para que o serviço rode direitinho junto com o PHP5, reinicie o Apache:
$ sudo /etc/init.d/apache2 restart
Para administrarmos o MySQL, instale o phpMyAdmin, que é uma das melhores ferramentas para este fim.
$ sudo apt-get install phpmyadmin
Acesso o endereço http://localhost/phpmyadmin/ e forneça o login root e a senha que você definiu no MySQL.
O seu ISP apenas fornece-lhe um endereço IP dinâmico em constante mutação? Com o no-ip você pode ter um endereço de internet (ex. http://edsonjr.no-ip.org) e divulgar a todos os seus amigos, sem precisar passar seu IP a cada mudança.
Primeiramente, você deve criar uma conta em:
Depois de criada, vamos instalar o serviço para que seu ip se atualize automaticamente.
$ sudo apt-get install no-ip
Agora vamos configurar a conta:
$ sudo no-ip -C
No campo "login", digite o e-mail cadastrado e, depois, sua senha. Será pedido para que você digite, também, o tempo de atualização, em minutos. Recomendo 10.
O serviço já está configurado! Agora é só acessar o endereço http://nome_site.no-ip.org e divulgar seu site para todos os seus amigos!
2° passo:
Agora temos que fazer o sistema acessar via browser o PHPMyAdmin, para isso executaremos o seguinte comando:
# cp -r /usr/share/phpmyadmin/ /var/www/phpmyadmin
3° passo:
Reiniciar o computador para que os pacotes instalados entrem em correto funcionamento, pois realizamos muitas instalações que podem não entrar em total funcionamento no exato momento em que as instalamos.
Após estes passos basta entrar no browser, no meu caso Firefox, e digitar:
http://localhost/
ou
http://127.0.0.1/
Então deve aparecer uma mensagem como esta: "It works!".
Para acessar o PHPmyadmin basta acessar:
http://localhost/phpmyadmin
Pressione "enter" e lhe será pedido o nome de usuário e a senha. Para acessar pelos clientes basta digitar o IP do servidor seguido do phpmyadmin, ficando assim no meu caso:
http://192.168.10.101/phpmyadmin
Agora temos um servidor Apache e MySQL pronto para começarmos a trabalhar nos nossos projetos, tanto diretamente no servidor quanto via clientes distribuídos pela rede.
Espero que este tutorial tenha ajudado. No mais, boa sorte. ;-)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Arquivos avi.001 ? Aprenda a como juntar em um arquivo só!
O que acontece com esses arquivos é quem os colocou na internet usou um programa chamado HJsplit, com esse programa é possível dividir um video em partes por isso vemos o .001 .002 .003 .004 e assim vai até completar o tamanho do arquivo geralmente cada parte fica com 100MB.
1. Digite “cmd” no menu “executar” do windows xp, para iniciar a janela de comandos (antigo DOS)
2. Entre na pasta onde estão os arquivos, por exemplo:cd “C:\Documents and Settings\Manuel\Meus Documentos\Meus Vídeos”
obs.: digite numa linha só, entre aspas por causa dos espaços
3. se os nomes dos arquivos forem por exemplo filme.avi.001, filme.avi.002, … etc, digite:type filme.avi* > novo_filme.avi
Este comando vai criar um arquivo novo, de nome novo_filme.avi, com as partes concatenadas. toque ele, se estiver tudo ok, você pode apagar as partes originais depois (filme.avi.001, etc)
Abraços!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
ENTENDENDO A CONFIGURAÇÃO DO GRUB NO UBUNTU
A configuração do grub é feita através do arquivo "/boot/grub/menu.lst", encontrado em todas as distribuições que o utilizam como gerenciador.
O diretório "/etc" armazena quase todos os arquivos de configuração. O menu.lst é uma das exceções e isso tem um bom motivo. O grub lê este arquivo de configuração no início de cada boot, antes de mostrar o splash e o menu de opções, de forma que é preciso ter certeza de que ele estará sempre disponível.
Como muitos administradores reservam uma partição separada para o diretório /boot, ou para o /etc (o que seria um problema, uma vez que partições separadas são montadas bem depois que o grub já fez trabalho) os desenvolvedores do grub optaram por colocar o arquivo de configuração diretamente na pasta /boot, junto com o kernel e outros arquivos usados no início do boot, afastando qualquer possibilidade de ele não estar disponível por ter sido armazenado em uma partição separada.
Uma vantagem dessa abordagem é que você não precisa reinstalar o gerenciador de boot depois de fazer alterações na configuração, como era necessário no caso do lilo.
Assim como em utras distribuições, o instalador do Ubuntu se encarrega de gerar o arquivo automaticamente, incluindo entradas para outros sistemas operacionais instalados. O arquivo é muito grande, devido aos comentários (#), mas ao removê-los sobra uma configuração relativamente inteligível, como nesse exemplo:
default 0
timeout 10
title Ubuntu 8.10, kernel 2.6.27-7-generic
uuid 77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982
kernel /boot/vmlinuz-2.6.27-7-generic root=UUID=77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982 ro locale=pt_BR quiet splash
initrd /boot/initrd.img-2.6.27-7-generic
quiettitle Ubuntu 8.10, kernel 2.6.27-7-generic (recovery mode)
uuid 77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982
kernel /boot/vmlinuz-2.6.27-7-generic root=UUID=77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982 ro locale=pt_BR single
initrd /boot/initrd.img-2.6.27-7-generictitle Ubuntu 8.10, memtest86+
uuid 77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982
kernel /boot/memtest86+.bin
quiettitle Other operating systems:
roottitle Windows Vista/Longhorn (loader)
root (hd0,0)
savedefault
makeactive
chainloader +1
Nesse exemplo, temos 4 entradas: Ubuntu, Ubuntu recovery, memtest86+ e Windows. Como pode imaginar, a primeira se refere ao boot normal do Ubuntu, enquanto a segunda diz respeito ao modo de recuperação, onde o sistema aber apenas um prompt de comando, sem carregar nenhum outro serviços. A grande diferença entre as duas entradas reside no parâmetro "single", que altera o comportamento do sistema, disparando as mudanças que ativam o modo de recuperação.
Temos em seguida a entrada do memtest86+ (o teste de memória) e a entrada do Windows, que usa um modo chainload, onde o grub carrega o gerenciador de boot do Windows e deixa que ele inicialize o sistema. Ela é adicionada automaticamente, sempre que o instalador detecta uma instalação do Windows no HD.
Dentro da nomenclatura do grub, as entradas são numeradas a partir do zero, de forma que o Ubuntu é o 0 e o Windows é o 3.
A linha "default 0" no início do arquivo indica qual sistema ficará pré-selecionado na tela de boot, ou seja, o Ubuntu. Caso quisesse que o Windows passasse a ser o default, mudaria a opção para "default 3". Se você tiver outros sistemas instalados, basta ver em qual ordem o sistema aparece na lista e indicar o número correspondente.
A linha "timeout 9" indica o tempo de espera antes de carregar o sistema default, em segundos. Uma boa maneira de acelerar o boot se você usa sempre o mesmo sistema é alterar para 1, o que faz com que o carregamento comece quase instantaneamente e você não perca a chance de escolher outra entrada quando necessário (basta ser rápido :).
Por default, o Ubuntu exibe apenas uma barra de progresso durante o boot, escondendo todas as informações sobre o boot, uma abordagem que tem suas desvantagens, já que torna o processo de boot uma caixa preta à qual você não tem acesso. Se o boot parar em algum ponto, devido à qualquer erro inesperado, você fica sem saber o que aconteceu.
Você pode ter de volta as mensagens de boot de maneira muito simples, removendo o parâmetro "quiet" da linha "kernel", na entrada referente ao sistema, como em:
title Ubuntu 8.10, kernel 2.6.27-7-generic
uuid 77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982
kernel /boot/vmlinuz-2.6.27-7-generic root=UUID=77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982 ro locale=pt_BR splash
initrd /boot/initrd.img-2.6.27-7-generic
Ela é justamente a opção que faz o sistema fica mudo durante o boot. Ao retirá-la, passam a ser exibidas mensagens de boot resumidas (no estilo Red Hat), mostrando os passos que estão sendo executados:
Se você quiser ir adiante, pode remover também o parâmetro "splash", que é o responsável pelo fundo gráfico. Sem ele, o sistema passa a botar em modo texto, exibindo todas as mensagens, assim como no Slackware.
Em outras distribuições, você encontra também linhas como:
color cyan/blue white/blue
gfxmenu (hd0,0)/boot/message
A primeira permite personalizar as cores da tela de boot, enquanto a segunda exibe um fundo gráfico (o arquivo "/boot/message", que é comprimido em um formato específico). Entretanto, o Ubuntu (pelo menos até o 8.10) não usa estas opções cosméticas, exibindo um menu em texto, branco sobre preto.
Uma das dúvidas mais frequentes sobre a configuração do grub é a nomenclatura usada para designar os HDs e partições. No Linux os HDs e partições são acessados através de dispositivos especiais, localizados dentro do diretório "/dev". Um HD SATA é visto pelo sistema como "/dev/sda" e a primeira partição dentro dele é vista como "/dev/sda1".
Entretanto, isso não vale para o grub, onde os desenvolvedores decidiram adotar uma nomenclatura própria, na qual os HDs e partições são nomeados a partir do zero. Com isso, o "/dev/sda1" é referenciado na configuração do grub como "(hd0,0)" (primeiro HD, primeira partição). O "(hd0,2)" diz respeito à terceira partição do primeiro HD (ou seja o /dev/hda3) e assim por diante
O grande problema é que os mesmos devices são usados por diversos tipos de dispositivos de armazenamento, como por exemplo pendrives e cartões de memória. Se você plugar dois pendrives, em sequência, o primeiro será visto pelo sistema como "/dev/sdb" e o segundo como "/dev/sdc". Invertendo a ordem em que os dois são plugados, você inverte também a ordem dos devices que são atribuídos a eles.
O problema é que de acordo com a configuração do setup e outras variáveis, essa mesma variação pode ocorrer em máquinas com vários HDs, fazendo com que o segundo HD assuma o lugar do primeiro e fazendo com que o sistema deixe de inicializar.
Para evitar isso os desenvolvedores do Ubuntu (e diversas outras distribuições atuais) adotaram o uso de UUIDs para identificação das partições, tanto na configuração do fstab, quanto na configuração do grub. O UUID é um identificador único, que permite ao sistema identificar a partição, mesmo que o device seja alterado.
É por isso que as entradas referentes ao Ubuntu dentro do arquivo não especificam a partição onde o sistema está instalado, mas o UUID (que é inserido automaticamente pelo instalador), como em:
title Ubuntu 8.10, kernel 2.6.27-7-generic
uuid 77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982
kernel /boot/vmlinuz-2.6.27-7-generic root=UUID=77e43f2b-063f-4e4f-8708-be403c49a982 ro locale=pt_BR quiet splash
initrd /boot/initrd.img-2.6.27-7-generic
quiet
A linha "title" contém apenas o nome do sistema, da forma como ele irá aparecer na tela de boot. Não é preciso que o nome indique corretamente o sistema, você pode usar apelidos, o importante é apenas que um sistema receba um apelido diferente do outro.
Em seguida temos a linha, "kernel", que indica o arquivo com o kernel, que será carregado no início do boot. O Kernel vai sempre dentro da pasta "/boot" (muitas vezes é colocado um atalho para ele no diretório raiz, mas isso não é regra) e o arquivo sempre se chama "vmlinuz", seguido da versão, como "vmlinuz-2.6.27-7-generic". Além de indicar a localização do arquivo, você pode incluir opções que serão passadas para ele no início do boot, como é o caso da "locate=pt_BR" (que especifica a linguagem) e do "quiet slash" que comentei há pouco.
Em caso de necessidade, seria nela que você incluiria opções para solução de problemas, como o "acpi=off", "irqpoll", "noapic", "all-generic-ide" e assim por diante.
Finalmente, temos a linha "initrd", que é opcional, permitindo indicar a localização de um arquivo initrd, que será carregado junto com o Kernel. O initrd nem sempre é usado. Quando necessário, ele é gerado durante a instalação, incluindo módulos de que o sistema precisará no início do boot.
Em seguida temos a seção referente ao Windows, que é na verdade a mais simples:
title Windows Vista/Longhorn (loader)
root (hd0,0)
savedefault
makeactive
chainloader +1
O Windows é um caso especial, pois ele não é carregado diretamente pelo grub. Em vez disso ele é carregado em um modo chamado de "chainload", onde o grub simplesmente carrega o gerenciador de boot do Windows (que é instalado dentro da partição) e deixa que ele se encarregue de carregar o sistema. Isso é indicado pela linha "chainloader +1".
Isto simplifica as coisas, pois você precisa apenas indicar um nome ou apelido na linha "title" e indicar a partição onde ele está instalado na linha "root". No nosso exemplo, o Windows está instalado na primeira partição do HD, por isso o "(hd0,0)". A opção "makeactive" marca a partição do Windows como ativa, uma configuração que é necessária ao inicializar o Windows 95/98/ME, que ainda utilizam o DOS na fase inicial do boot.
Em casos em que você tem uma instalação do Windows no segundo HD ("hd1,0" no grub), como em situações onde você compra outro HD para instalar Linux e instala o HD com o Windows como secundário, é necessário adicionar duas linhas na seção do grub referente ao Windows. Elas fazem com que a posição lógica dos dois HD seja trocada, fazendo com que o Windows pense que está inicializando a partir do primeiro. Sem isso, você tem um erro de "partição inválida" durante o boot e o Windows não é carregado.
Ao adicionar as duas linhas, a seção referente ao Windows ficaria:
title Windows
root (hd1,0)
savedefault
makeactive
chainloader +1
map (hd1) (hd0)
map (hd0) (hd1)
Caso você tivesse outras distribuições Linux instaladas no HD, veria também seções adicionais dedicadas a elas, como em:
title Linux (on /dev/sda3)
root (hd0,2)
kernel /boot/vmlinuz root=/dev/sda3 ro vga=791
savedefault
boot
Nesse exemplo, a segunda distribuição está instalada na partições "/dev/sda3" que, na nomenclatura do grub, equivale ao "(hd0,2)". O importante é indicar corretamente o arquivo com o Kernel, dentro da partição e o initrd (caso exista). O "root=/dev/sda3 ro vga=791" são opção destinadas ao kernel, que especificam a partição onde o sistema está instalado e a resolução de tela para o framebuffer que será usada durante o boot.
Você poderia duplicar estas quatro linhas para incluir outras distribuições. Bastaria alterar a partição dentro da linha "root" e indicar corretamente o arquivo do Kernel e o initrd que serão usados.
Continuando, a configuração feita no arquivo "/boot/grub/menu.lst" é lida pelo grub a cada boot, por isso você não precisa se preocupar em regravar o grub a cada alteração no arquivo, como no caso do lilo. Em geral, você só precisa regravar o grub em caso de acidentes, como quando ele é subscrito acidentalmente, ao reinstalar o Windows ou instalar outra distribuição no mesmo HD.
No caso das distribuições Linux, quase sempre você tem a opção de instalar gravando o gerenciador de boot na partição, o que permite reinstalar sem subscrever o grub "titular". Aqui, por exemplo, temos um screenshot do instalador do Alternate CD do Ubuntu:
O problema é o Windows, que sempre grava o gerenciador de boot na MBR, subscrevendo o grub e eliminando assim o acesso às distribuições Linux instaladas no HD.
Nestes casos, você pode regravar o grub dando boot com o próprio live-CD do Ubuntu. Dê boot pelo CD e abra um terminal. Defina a senha de root usando o comando "sudo passwd" e logue-se como root usando o "su". A partir daí, use o comando "grub" para entrar no prompt do grub, onde usaremos os comandos para regravar o gerenciador de boot:
# grub
Dentro do prompt, precisamos rodar dois comandos, especificando a partição onde a distribuição Linux principal (a antiga "dona" do MBR) está instalada e também o endereço da partição onde o grub será instalado (usando a nomenclatura do grub).
Comece rodando o comando "root", que especifica a partição onde o sistema está instalado. No exemplo, o sistema está instalado no "(hd0,2)", de forma que o comando fica:
root (hd0,2)
Falta agora o comando "setup", que especifica onde o grub será gravado. Neste caso, estou gravando o grub na MBR do primeiro HD:
setup (hd0)
Terminando, você pode sair o prompt do grub usando o "quit" e reiniciar o micro. No próximo boot você terá de volta o prompt do grub e poderá (se for o caso) recuperar o acesso ao Windows editando o "/boot/grub/menu.lst" e adicionando uma seção referente a ele, seguindo o exemplo que mostrei anteriormente.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
ADICIONANDO SCRIPTS E OUTRAS EXTENSÕES NO GIMP
acredito que chegou o momento de começar a falar das extensões *(scripts, filtros e ferramentas que não vem de fábrica com o Gimp) feitas para o Gimp afim de ampliar ainda mais a diversidade de técnicas e oportunidades de criação com o software em si. Porém não pensem que tais ferramentas irão fazer todo o trabalho por você pois tudo que é bem feito exige esforço e dedicação e eu sempre irei exigir isso de todos os que forem meus alunos não importando assim quem seja.
Comecemos o assunto do dia aprendendo como adicionar este tipo de recurso no Gimp:
Antes de mais nada aqui vão algumas boas fontes para a obtenção de recursos adicionais:
http://gimpscripts.com/?page_id=5 (Boa fonte apesar de alguns serem rudimentares)
http://browse.deviantart.com/?qh=§ion=&q=gimp+scripts *(obviamente que não podemos esquecer do “DA” com sua fonte praticamente ilimitada.)
http://registry.gimp.org (Claro, o próprio registro oficial do Gimp.)
Após baixar o recurso desejado, recomendo criar uma pasta onde achar melhor para catalogar os recursos por tipo e modo de atuação, feito isso descompacte o arquivo dentro da pasta e crie uma nova para armazenar o efeito descompactado. A imagem abaixo mostra um bom exemplo deste tipo de organização, isso é útil para backup e também para o caso de você querer repassar aos seus contatos depois :
Agora vamos colocar o nosso novo recurso em seu destino final:
Como mencionei antes os recursos se desmembram em categorias diversas, mas seu metodo de instalação é muito simples, basta colocar o novo recurso em sua pasta correspondente dentro da pasta que abriga o programa. Dito isso, vamos a ela:
Repare como a pasta que abriga o programa facilita a tarefa de alocar os recursos, bastando copiar e colar o recurso na pasta correta. No caso do exemplo do dia, o recurso que eu escolhi é um script, assim sendo devo coloca-lo na pasta denominada “script” =]:
Agora basta colar o arquivo na pasta e podemos fecha-la:
Agora basta recarregarmos os scripts do Gimp e o novo recurso já estará pronto para uso:
Agora vem aquela pergunta básica:
“Raz, mas onde foi que o Gimp colocou o recurso que eu instalei??!”
Para descobrir onde está o nosso novo recurso basta verificarmos a sua localização dentro do próprio script, isso se faz da seguinte maneira:
Vamos abrir o script que acabamos de instalar com um editor de texto:
então botão direito do mouse:
Após aberto somos transportados as entranhas do código do nosso script, aproveite e ganhe algum tempo apreciando as ordens que o mesmo dá ao Gimp, no futuro quem sabe você também não acaba criando um script automatizando tarefas ? =]
Agora repare na ultima linha do script, ela traz a localização exata do nosso novo recurso instalado dentro do programa =]:
Agora que já sabemos onde ele esta, basta ir até ele :
Aproveitando a oportunidade vamos agora falar um pouquinho sobre este script que eu instalei para ilustrar o exemplo do dia:
Seu nome é National Geographic e segundo o autor *(Samuel Albrecht-encontrado em http://registry.gimp.org) o script recebeu este nome por ter a sua serventia em simular a assinatura da estrutura luminosa vista nas imagens da revista e canal de tv que também levam este nome, devo dizer que tal nome é até bem apropriado =]. Dito isso vamos as suas ferramentas e serventias:
P.s: tem muita gente que reclama quando algo não está escrito em seu idioma local, note que o autor do recurso que você deseja instalar não tem a obrigação de traduzir nada para outros idiomas, cabendo isso a você mesmo se desejar, então, PARE de reclamar e faça algo se assim for do seu interesse. Aos demais peço desculpas pela rispidez.
Shadow Recover Opacity:Este recurso tem a sua serventia em recuperar a opacidade das sombras, ou seja quanto mais alta a sua valoração, maior será o destaque das sombras dando mais vida e ampliando a perspectiva da imagem.
Sharpness: Este recurso tem a sua serventia em ampliar o destacamento das bordas setoriais da imagem, ou seja, quanto maior for a sua valoração mais “aguçada” será a imagem não importando o nível de desfoque em outras áreas.
Screen Layer Opacity: Este recurso tem a sua serventia em determinar a opacidade da primeira camada que o script irá criar a fim de amplificar o volume da estrutura luminosa da imagem, ou seja quanto maior, mais luz a imagem terá e quanto menor esta for menos luz ela terá.
2. Overlay Layer Opacity:Este recurso tem a sua serventia determinar a opacidade da terceira camada que o script irá criar a fim de amplificar o volume da estrutura luminosa da imagem, ou seja quanto maior, mais luz a imagem terá e quanto menor esta for menos luz ela terá. Vale lembrar que esta camada tem a mesma função da primeira que o recurso criou então elas se auto complementam.
Local Contrast:Este recurso tem a sua serventia em determinar o contraste da imagem.
Layer Mask for the Screen Layer:Este recurso tem a sua serventia em deixar a mascara da camada denominada Screen visível para edição.
Agora antes de dar o “ok” vamos dar uma olhada na imagem antes da aplicação do script, feito isso deixe o recurso trabalhar:
Agora temos a mesma imagem pós script:
Acredito que as mesmas falam por si só. Para finalizar, deixo com vocês o dever de casa dedicado aos meus ex alunos do CCA-BR:
Como este gif foi criado? Justifique sua resposta. *(p.s : Carvelho se você disser “conceito” de novo vou fazer vc e os demais “processos” pagarem a minha cerveja.)
sexta-feira, 19 de junho de 2009
LIMITANDO A BANDA NO LINUX USANDO O SHAPER E CBQ
Esse tutorial eu irei falar sobre o cbq e em especial um pacote que existe por padrão no debian e no ubuntu que se chama shaper, no qual é possível fazer o controle de banda de uma rede de forma eficiente.
A necessidade de limitar a banda surgio quando um cliente me pediu um servidor Gateway com controle de banda, e por fazer algumas pesquisas encontrei esse programa que se chama shaper, que talvez seja uma versão alternativa do uso do CBQ no debian .
Então vamos começar.
Primeiro para haver o controle de banda , o trafego deve passar por dentro da maquina que tem o shaper configurado shaper, pode ser através de NAT.
Primeiro vamos instalar o shaper
sudo apt-get install shaper
Depois disso as configurações do programa para controle de banda devem ser criados dentro do diretório.
/etc/shaper
Vamos entrar no diretório do shaper
cd /etc/shaper
Agora vamos criar o arquivo chamado para controle de Download cbq-0001.-in
sudo nano cbq-0001.-in
Vamos colocar o seguinte conteúdo
##Aqui você deve colocar a interface de rede
###Interface,Banda,banda dividida por 10
DEVICE=eth0,100Mbit,10Mbit
###A banda que passa
RATE=64Kbit
##A banda 64/10 dividida por 10, Limite de download
WEIGHT=6Kbit
###prioridade
PRIO=5
###Regras , você pode colocar mais de uma regra , RULE
###Essa regra controla a faixa de ip
RULE=192.168.254.0/24
###Essa Regra não permite compartilhar banda entre os clientes
### se quiser compartilhar coloque ” no ” nas duas abaixo
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes
Agora vamos criar o arquivo chamado para controle de upload cbq-0001.-out
sudo nano cbq-0001.-out
Vamos colocar o seguinte conteúdo
##Aqui você deve colocar a interface de rede
###Interface,Banda,banda dividida por 10
DEVICE=eth0,100Mbit,10Mbit
###A banda que passa
RATE=64Kbit
##A banda 64/10 dividida por 10, Limite de upload
WEIGHT=6Kbit
###prioridade
PRIO=5
###Regras , você pode colocar mais de uma regra , RULE
###Essa regra controla a faixa de ip
RULE=192.168.254.0/24,
###Essa Regra não permite compartilhar banda entre os clientes
### se quiser compartilhar coloque ” no ” nas duas abaixo
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes
A única diferença das duas é só a virgula no final do ip ” RULE=192.168.254.0/24,” Essa virgula sinaliza a saida do tráfego “upload”.
Lembrando que você pode criar quantas regras quiser, e quantos arquivos de configuração quiser só deixando igual o “DEVICE=eth0,100Mbit,10Mbit ” se deixar diferente em cada arquivo vai dar erro .
Para iniciar o shaper de esse domando .
sudo /etc/init.d/shaper start ou sudo /etc/init.d/shaper restart
Outros exemplos de regras.
#Essa regra usa a porta 80 na faixa de ip 10.1.1.0
RULE=10.1.1.0/24:80
#Essa regra seleciona apenas um IP
RULE=10.2.2.5
#Essa regra Seleciona apenas a porta 20 e 21
RULE=10.2.2.5:20/0xfffe
#Essa regra Seleciona a porta 50 até 5000
RULE=:25,10.2.2.128/26:5000
#Essa regra seleciona a porta 80
RULE=10.5.5.5:80,
Outros exemplos e explicações você pode ler o documento do shaper que fica no diretório.
/usr/share/doc/shaper
Você pode baixar aqui um exemplo de configuração do shaper
Referências.
http://centosbr.org/site/artigos/item.php?itemid=187&com_id=387&com_rootid=371&
http://br-linux.org/artigos/dicas_cbq.htm
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=367
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=1016
VISUALIZANDO ACESSOS DOS USUÁRIOS EM TEMPO REAL NO SQUID
O link na empresa em que trabalho é um pouco limitado e sempre algum usuário acaba abusando um pouco e acaba deixando o acesso mais lento para todos os outros.
Sempre tive dificuldades em conseguir rastrear quem está abusando do link (com o iptraf é possível, mas é um pouco complicado e não é muito exato). Buscando no Google, encontrei o SQStat (http://samm.kiev.ua/sqstat/).
Este script mostra em uma página PHP todos os acessos que estão acontecendo em tempo real e também permite que você configure um tempo para atualização automática da página.
A instalação dele é absurdamente simples:
- Primeiro, faça o download da versão mais recente no site. Quando escrevi essa dica, o link é http://samm.kiev.ua/sqstat/sqstat-1.20.tar.gz
- Coloque este arquivo no root do servidor web da máquina com o proxy e extraia o arquivo:
# tar xzvf sqstat-1.20.tar.gz - Mude o nome do diretório para sqstat (apenas para facilitar o acesso no navegador, isto é opcional);
- Renomeie o arquivo config.inc.php.defaults para config.inc.php;
- Edite o arquivo config.inc.php:
- em “$squidhost[0]=” coloque 127.0.0.1 (se o host que você for monitorar for o host onde você instalou o SQStat);
- em “$squidport[0]=” coloque a porta onde o Squid está escutando no host;
- em “$resolveip[0]=” coloque true para que o SQStat resolva os nomes dos hosts;
- em “$group_by[0]=” você pode colocar “host” se você não utilizar autenticação no Squid, o que irá mostrar os IP’s dos clientes; você também pode colocar “username” se utilizar autenticação, assim todas as conexões mostradas na página serão agrupadas por nome de usuário ao invés de host.
- Agora, é necessário configurar o Squid para que o SQStat consiga analisar os dados. Faça o seguinte no seu Squid.conf:acl manager proto cache_object
acl webserver src 10.0.0.1/255.255.255.255
http_access allow manager webserver
http_access deny managerNa linha “acl webserver … ” substitua “10.0.0.1″ pelo IP do servidor web que irá exibir a página do SQStat. - Reinicie o Squid
Pronto! O SQStat já está instalado e configurado. Para acessá-lo abra seu navegador e digite http://ip-do-servidor-web/sqstat/sqstat.php.
Você também pode monitorar mais de um proxy utilizando o mesmo servidor web. Copie o bloco de configuração do host que configuramos acima e substitua os “[0]” por “[1]” para outro host. Para um terceiro, você deveria colocar “[2]” e assim por diante.
terça-feira, 16 de junho de 2009
BLOQUEAR A INTERNET OU PROGRAMA NO WINDOWS XP!
Primeiro deve ser criada a contas de usuários:
Vai em Iniciar / Painel de controle / Contas de Usuário
Crie uma conta como Administrador e outra como Conta Limitada
Agora vamos restringir o acesso das contas Limitadas
Vai em Iniciar / Executar e digite ( secpol.msc )
ou vai no Painel de controle / Desempenho e manutenção / Ferramentas administrativas / Diretiva de segurança local
selecione Diretivas de restrição de software clique no menu Ação / Criar novas diretivas
Clica em Diretivas de restrinção de software / de dois cliques em Aplicação e mude a opção para Todos os usuários exceto administradores locais.
Vai aparecer o quadro abaixo! Eu removi as quatro configurações que foi criada automática, não sei se podia mais não deu nenhum problema!!! ( em um outro computador eu não removi e também esta funcionando! ) ( É MELHOR NÃO REMOVER PARECE QUE É PARA ACESSO A REDE )
Vamos ao que interessa! No menu Diretivas de restrição de software tem um Sub-menu Regras adicionais.
No quadro direito clique com o botão direito do mouse e clique em Nova regra de hash.
Vai aparecer o quadro abaixo!!!
Clique em procurar!! E ache o arquivo executável que você quer que o usuário limitado não abra!
No meu caso foi a Internet então fui em C:\Arquivos de programas\Internet Explorer\IEXPLORE.EXE
Depois clique em abrir!! Para voltar a tela anterior !!!
Vai aparecer como na figura abaixo:
Hash do arquivo ( um monte de numero )
La em baixo no Nível de Segurança coloque em ( Não permitido ) e clique em ok
Vai ficar dessa forma!
E pronto é só fecha tudo e dar um Boot na maquina!!!!
Bom pessoal é isso aí !!! eu fiz isso porque eu estava tendo muitos problemas na minha máquina do serviço, todo dia depois do expediente eu ia embora e outras pessoas vinham usar o meu computador e ficavam só em put**** ficavam baixando um monde de porcaria da Internet!!! tipo esse programinha que serve só para detonar mais o windows!!!
Claro que vocês devem pensar... mais era só por senha e pronto ninhem ia entrar!!! Mais o problema é que o meu computador tem Hardware que outras pessoas tem que usar...
Mais valeu a intenção se não for útil para alguns pôr favor não reclamem!
